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MTor e HMB: A PROMÍSCUA relação entre farmacêuticas e médicos(as)

  • Foto do escritor: Blog Prof. Wellington Lunz
    Blog Prof. Wellington Lunz
  • 24 de jan. de 2024
  • 12 min de leitura

Atualizado: 16 de dez. de 2025

Resumo: julgo o chamado suplemento MTor como enganação, fraude e imoral. É enganação porque é vendido entre 300 e 400 reais, mas seu princípio (HMB; hidroximetilbutirato) pode ser encontrado por menos de 30 reais. Usam ainda o rótulo MTor que, à primeira vista, faz o leitor pensar que é a proteína mTOR (mas não tem qualquer relação). É fraude porque o HMB é um antigo "suplemento" que nunca teve comprovação científica de eficácia. É imoral (covarde e nojento) porque se assemelha (e talvez seja) a um esquema financeiro entre farmacêutica e médicos/as aderentes. Explora a boa-fé e a vulnerabilidade das pessoas. Deveria ser tipificado como crime, mas, no Brasil, crime quase sempre depende da classe social.


Mtor e HMB A promíscua relação entre farmacêuticas e médicos

Prof. Dr. Wellington Lunz - Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Estou enojado com a relação promíscua entre farmacêuticas e parte dos(as) médicos(as). Se fossem pessoas pobres fazendo o que eles têm feito, provavelmente seriam taxados de bandidos.

Me fez lembrar uma bem conhecida cultura imoral: “ricos que são pegos com drogas, são chamados de usuários; mas pobres são chamados de traficantes”.

E não estou defendendo ninguém, apenas destacando que os rótulos dependem do capital (financeiro e social).  Mas vamos à história de hoje:

Um amigo estava sentindo dores na região posterior da coxa e glúteo. Por recomendação minha ele foi ao ortopedista, o qual solicitou uma ressonância magnética, que confirmou lesões antigas e recentes. 

Olhei o laudo e minha interpretação era de que meu amigo, que é um adulto de ~45 anos de idade, precisava fazer treinamento de força/hipertrofia. Mas recomendei que voltasse ao médico, porque provavelmente precisaria também de anti-inflamatório. Ele então voltou lá.

O médico manifestou grande preocupação com o grau de atrofia (não vi razão para isso, porque é algo que revertemos fácil com exercício), e prescreveu para ele um “medicamento”, o qual prometia aumentar a massa muscular. Imediatamente pensei:

Certamente é algum esteroide anabólico, pois não há outro tipo de droga que consegue produzir aumento de massa muscular significativa.

Então meu amigo me mostrou a prescrição. Quando eu li, meu queixo quase caiu! Estava prescrito:

1 – MTor............90 unidades (tomar 01 unidade por dia, por 3 meses)

Tomei um susto, pois quem estuda ‘hipertrofia muscular’ (como eu) sabe que a mTOR (mammalian target of rapamycin) é uma proteína quinase serina/treonina essencial da cascata hipertrófica (embora há vias que independem dela). Aliás, creio até que a maioria dos entusiastas leigos já ouviu falar da mTOR, em particular da via PI3K-Akt-mTOR.

Para os interessados, tenho outros posts sobre os mecanismos moleculares da hipertrofia: aqui, aqui e aqui.

Na hora não considerei relevante a diferença na escrita: MTor é diferente de mTOR. Achei que era um errinho tolo. Já voltarei a isso. Ao ler a prescrição pensei também:

Como assim, já tá liberado no mercado um fármaco de mTOR? Como não fiquei sabendo? Li recentemente uma mega revisão na Physiol. Review sobre hipertrofia (essa), e ninguém falou nada sobre isso?

Então prontamente perguntei ao meu amigo o seguinte:

Esse medicamento é via oral?

A pergunta não era desproposital, mas porque sei que não dá para passar uma proteína grande como a mTOR pelo estômago e intestino sem que seja totalmente digerida. A absorção no intestino ocorre no nível de aminoácidos e pequenos peptídeos, e não de proteínas (para os mais interessados no mecanismo, eis aqui uma excelente revisão). Meu amigo então respondeu:

SIM, é via oral.

Nesse momento saquei que tinha sacanagem na história. Fui para a internet e pesquisei mTOR. E fiquei pasmo!

Em vez de aparecer algo sobre a proteína mTOR, os primeiros 6 resultados do Google eram de uma farmacêutica vendendo o tal MTor.

Cliquei no botão ‘images’ do Google, e entre as imagens das vias moleculares de mTOR apareceu essa caixinha azul abaixo:

suplemento Mtor HMB beta hidroximetilbutirato

Repare que na caixinha aparece escrito ‘suplemento de hidroximetilbutirato de cálcio’. Para quem não conhece, falarei desse bicho daqui a pouco... E repare também que tem exatamente os 90 comprimidos que o médico queria que meu amigo ingerisse.

Na sequência eu cliquei no ícone ‘shopping’ do Google. E fiquei de cara! Os preços variando entre R$270,00 a R$ 420,00 reais. Mas agora vou te contar por que eu fico enojado:

O hidroximetilbutirato é um metabólito da leucina que ficou famoso no final do século anterior. É mais conhecido como ‘beta hidroximetil butirato’ ou por sua sigla: HMB. O ‘hidroximetilburirato de cálcio’ é apenas uma das formas de se administrar o HMB.


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Mas se você quiser comprar esse negócio (o HMB), você encontrará 120 cápsulas de HMB entre R$18,00 e R$ 34,00 reais. Eu não compraria nem por 1 real, mas dá para você perceber o tamanho da sacanagem da caixinha azul’.

Deve funcionar como viagra na conta corrente da farmacêutica (e tudo indica que há cúmplices que se vestem de branco). Deixe-me explicar um pouco mais o porquê eu não daria 1 real.

Ficamos sabendo do HMB pelo estudo de S. Nissen et al (1996). Como eu entrei na educação física no ano 2000, eu fiquei sabendo lá pelo ano 2002.

Nesse estudo os autores mostraram algum efeito positivo para ganho de massa livre de gordura, que eles sugeriram estar associado ao HMB.  

O problema é que o S. Nissen é o dono da patente do HMB. E quem é do mundo científico não leva a sério estudos feitos por donos de patentes, porque o conflito de interesse é inequívoco.

Eu dei uma olhada rápida na internet e vi que S. Nissen e seus colegas do artigo fizeram várias patentes associadas ao HMB (veja aqui). O que eu acho um absurdo, pois é uma substância produzida naturalmente pelo corpo humano a partir da leucina (aminoácido essencial). Ou seja, o cara patenteou uma substância que o corpo produz.

É mais ou menos como se patenteássemos o ATP, o ADP, a fosfocreatina, testosterona, etc. Aliás, vi que o grupo deles tem até uma patente que juntou ‘HMB com ATP’.

Depois, nos anos seguintes, vários pesquisadores não conseguiram mostrar que a suplementação de HMB aumentava os ganhos de massa muscular e força induzidos pelo exercício físico, e não gerava alterações na composição corporal quando comparado ao consumo de proteínas de alto valor biológico (essas que você encontra nas carnes, ovos, leites, etc).

Eu parei de ler sobre o HMB há tempos. Mas olhando rapidamente algumas revisões recentes, vi que existem controvérsias quando se trata de efeito para alguns públicos específicos (ex: hospitalizados).

Tem que ter cuidado com o que se lê, pois há sempre gente com conflito de interesse disfarçada publicando interesse particular ou de grupos na forma de artigo científico. Lembro a vocês que temos também revistas promíscuas, que publicam quase tudo por dinheiro.

Olhei também rapidamente alguns estudos, e percebi problemas metodológicos e de interpretação graves. Se você olhar o folheto do suplemento MTor (aqui) verá citado alguns artigos com resultados positivos (aliás, esse folheto é uma aula de como escrever algo enviesado).

Resumidamente, quais são os principais problemas metodológicos e de interpretação que percebi:

1) Há muitos estudos pré-clínicos (ex: ratos). Mas como já há vários estudos com humanos, não há razão para considerar resultados pré-clínicos na tomada de decisão;

2) A maioria faz medidas indiretas, como marcadores de dano muscular, vias anabólicas, parâmetros endócrinos, imunológicos ou hematológicos, e massa livre de gordura. Mas esses efeitos não dizem nada sobre hipertrofia, força ou potência;

3) A maioria dos estudos que mostra algum benefício foi com idosos ou pacientes debilitados. Portanto, não dá para estender os resultados desses estudos para grupos fora dessa condição;

4) Os resultados, quando positivos, apresentam tamanhos de efeito muito pequenos, os quais podem ser casuais ou não justificar os custos. Aliás, já fiz um livro para ajudar nessas interpretações;

5) Há estudos com erros metodológicos graves. Ex: comparar suplementação de ‘HMB+proteína’ com grupo controle que não consome a mesma quantidade de proteínas. Ou seja, o efeito pode ser explicado pelo consumo proteico.

Gosto de ler artigos de pessoas que eu sei que não tem conflito de interesse no assunto que está escrevendo.

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O Prof Wellington Lunz apoia e recomenda o Instituto Afficere. Agende sua consulta nutricional.

Uma boa e recente revisão sistemática que sinaliza para a falta de evidência entre HMB e massa muscular é a de Stuart Phillips et al (2022). Detalhe: essa revisão é sobre populações clínicas e idosos, que é onde há mais estudo sugerindo algum benefício do HMB.

Para atletas, pessoas treinadas e adultos jovens, o efeito do HMB tem se mostrado nulo ou trivial para medidas relacionadas a força e massa muscular (veja essas revisões: Sanchez-Martinez et al., 2018; Jakubowsk et al. 2020). Aliás, no estudo de Phillips et al (2022) eles dizem na discussão:

Há um consenso claro de que a suplementação de HMB não aumenta os ganhos musculares e de força induzidos pelo treinamento de força.

Na verdade, o efeito de qualquer suplemento para o ganho de massa muscular costuma ser pífio em pessoas que fazem treinamento de força e se alimentam bem (falei disso noutro post).

Isso ocorre exatamente porque não há qualquer estratégia que seja capaz de superar o treinamento de força como estimulador da hipertrofia. Ou seja, basta treinar certo e se alimentar bem.

É interessante olhar os artigos que o folheto da farmacêutica cita. Vi lá uma revisão que citou vários artigos com resultados favoráveis ao HMB, mas os autores não citaram “o quão bom foram os resultados”.

Ou seja, não citam a magnitude. E vi também uma revisão que mostrou tamanho de efeito na casa de 0,20 a 0,30. Além de muito pouco, nem é consensual. Ambas as revisões eram com idosos e pessoas fragilizadas.

Houve um estudo (esse aqui), citado no folheto, em que os pesquisadores concluíram que a ingestão de HMB durante a internação e alta hospitalar diminuiu a mortalidade e melhorou o estado nutricional de pacientes idosos (65 anos) em tratamento para diversas condições clínicas. Além da condição extrema (idosos e debilitados), veja como foi o desenho experimental:

O grupo HMB não ingeriu apenas HMB (1,5 g/porção), mas sim uma “mistura” que continha 350 kcal/porção, vários macronutrientes (ex: 20 g de proteína/porção) e micronutrientes (ex: 160 UI de vitamina D/porção).

Mas o grupo controle, que não consumiu HMB, recebeu um placebo com apenas 48 kcal/porção, 12 g de carboidrato e 10 mg de vitamina C. Ou seja, o grupo controle não recebeu as mesmas quantidades calóricas, proteicas e de vitaminas que o grupo HMB.

Aliás, se minha memória não estiver enganada, o estudo original de Nissen et al. também usou ‘HMB+proteina’.

Os professores Stuart Phillips (canadense) e Everton Nunes (brasileiro) perceberam a esquisitice metodológica desse artigo e enviaram uma carta ao editor apontando esse grave erro (veja aqui).

Segundo cálculos desses dois pesquisadores, o grupo HMB ingeriu ~30 g de proteína e 525 kcal a mais que o grupo controle. Aliás, na revisão de Phillips et al (2022), eles citam vários outros artigos que cometeram esse mesmo erro grave (seja intencional ou não).

Portanto, interpretar que foi o HMB o responsável pelos melhores resultados é coisa de gente má intencionada ou desprovida de cognição (duvido que seja o segundo caso), pois não dá para afirmar que o efeito foi causado pelo HMB.

No tal folheto da farmacêutica, eles citam também uma revisão sistemática com conclusão favorável ao HMB, mas não dizem que a tal revisão incluiu apenas 3 estudos com idosos frágeis.

Não há estudo no folheto mostrando bons resultados para pessoas que não sejam idosas ou hospitalizadas. Mas se você ler o panfleto verá que a ideia deles não é vender exclusivamente para idosos e hospitalizados. O texto do folheto começa assim:

Suplemento à base de hidroximetilbutirato de cálcio para ADULTOS

Mas não estou aqui querendo convencer ninguém a não usar o HMB. Inclusive porque nesses meus 45 anos de vida percebi que é praticamente impossível convencer alguém daquilo que já não esteja internamente convencido, ainda que inconscientemente.

Eu estou numa fase da vida que me interessa mais ser feliz e viver em paz. Quem quiser comprar e usar certamente fará com seu próprio dinheiro e corpo, sem causar danos a terceiros. Portanto, não é antiético.

Mas minha intenção aqui é destacar a imoralidade da farmacêutica e parte dos(as) médicos(as) envolvidos. Volto a isso para encerrar o post.

Aqui na minha história, de um lado temos o médico. Ainda que eu discorde da prescrição do HMB, mas se o referido profissional verdadeiramente acredita no efeito benéfico do HMB, deveria simplesmente prescrever HBM, que custa ~10% do tal MTor (suplemento, da caixinha azul, que causa ereção na receita dos ofertantes).

Do outro lado temos farmacêuticas que induzem o leitor a erro ao colocar um nome que remete a uma molécula essencial à hipertrofia muscular, mas que nada tem a ver com o produto.

Isso certamente é para dificultar o leitor nas pesquisas sobre a validade do suplemento, pois se você escrever mTOR na internet aparecerá 1 milhão de coisas da via molecular. Além disso, é uma forma de higienizar a reputação do HMB, que está maculado pela história.

Alguém poderia até dizer que o nome é 'MTor' e não 'mTOR'. Mas é claro que há intenção e gesto nisso. Imagine eu vender um óleo de cozinha qualquer, encapsulado, e chamá-lo de T3STOSTERONA ou TESTO5TERONA. Não é TESTOSTERONA, mas não há boa fé aí.  

Mas há algo que une farmacêuticas e médicos. Minha hipótese é que essa ponte se chama DINHEIRO.

E não teria problema se fosse honesto, justo, ético e transparente. Mas não é o caso. Não é disfarçado por acaso. O leigo não enxerga a ponte ($=$). Ninguém seria inocente de acreditar que o médico aqui da história prescreve MTor por amor ao compromisso científico e social da farmacêutica.

Contei esse caso, mas tem acontecido com praticamente todo mundo que conheço, inclusive comigo.

Recentemente uma secretária da instituição que eu trabalho me disse que saiu do consultório de uma médica (do SUS) com uma receita que era basicamente 3 vitaminas de uma marca estabelecida. Ao chegar na farmácia o atendente disse:

Que curioso, várias pessoas têm chegado aqui pedindo exatamente a mesma coisa.

Eu também levei recentemente uma bateria de exames a uma médica. Ela interpretou que eu poderia aumentar meu consumo de vitamina D. Ela me prescreveu uma dose mensal (acho que 58.000 UI).

Não era uma marca definida. Mas, para minha surpresa, quando eu pesquisei por vitamina D com 58.000 UI, eu só achei uma farmacêutica vendendo. Pois, de fato, dá pra fazer vitamina D até com qualquer quantidade UI. Há infinitas possibilidades para disfarçar a ponte.

A cabeleireira que cuida dos meus ralos cabelos há décadas, me contou que a mãe dela (que tem ~90 anos) foi ao médico, reclamando de cansaço. O médico passou um coquetel de vitaminas na veia. Custo: R$ 600,00.

Detalhe: Prescreveu sem ter pedido sequer um exame para ver se tinha algo errado. Entra naquilo que um nobre amigo chama perspicazmente de 'kit faturamento da clínica'. Ou seja, serve apenas para aumentar a receita da clínica.

Tenho mais casos para contar, mas ficaria ainda mais longo meu texto. Sei que nessas estratégias percebemos a sacanagem de quem deveria entender que as pessoas desse nosso país tem baixíssima renda.

E mesmo a classe média, que luta diariamente para pagar escola de filhos, plano de saúde, aluguel/prestação imobiliária, um carro mais seguro e confortável e todos os seus custos, não tem vivido com reserva financeira tão melhor que os mais pobres.

É, portanto, muita covardia. Particularmente eu defenderia como crime, se eu fosse parlamentar.

Mas, para finalizar, imagine que eu pegue um líquido inerte qualquer e coloque dentro de cápsulas, e depois numa embalagem bonitinha (lacrada e rotulada), chame de T3STO5TERONA, e coloco o preço de R$ 300,00 reais.

Aí eu convido você para me ajudar na divulgação do produto, com a promessa de te repassar uma boa margem da grana. Que nome o judiciário daria pra gente? Empresários ou bandidos?

E, para concluir, se você deseja aprender a julgar a qualidade metodológica de artigos científicos e a força da recomendação dos resultados, apresento meu livro:

Em tempos de desinformação massiva e de tantos falsos experts, distinguir evidências reais das falsas é tanto emancipador quanto vital. Esse livro ensina a julgar a qualidade da evidência e a força da recomendação de qualquer artigo científico da área da saúde.

O livro oferece um sistema estruturado e didático, com:

Livro Tomada de Decisão Baseada em Evidência - Wellington Lunz

Modelo de Julgamento: um sistema quantitativo de notas (0 a 100%) em paralelo a um sistema qualitativo (muito baixo, baixo, moderado, alto e muito alto).

Separação Estruturada: um framework claro para avaliar o nível de evidência com base em 13 quesitos metodológicos, e o grau de recomendação com base em 9 quesitos formais.

Ferramenta Prática (Checklist/Planilha): O conteúdo está associado a uma planilha gratuita que orienta no julgamento da qualidade da evidência e na força da recomendação (e ainda serve como checklist).

Script para Inteligência Artificial: fiz um script para a IA ChatGPT poder julgar o nível de evidência e o grau de recomendação. Embora a IA não deva substituir o julgamento humano final, ela facilita a compreensão e diminui a chance de erro humano, pois o script foi projetada para que a IA explique a razão das notas dadas a cada quesito.

E se você quiser ver o uso prático, passo a passo, da aplicação do meu livro, acesse o post: Polilaminina: NÃO há Evidência de Cura de Paraplégicos ou Tetraplégicos. A polilaminina envonvel outra história para ficar bem de olho.

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E se quiser citar essa postagem, pode ser mais ou menos assim:

Lunz, W. MTor e HMB: A promíscua relação entre farmacêuticas e médicos(as). Ano: 2024. Link: https://bit.ly/3OhpOqh [Acessado em __.__.____].


Prof Wellington Lunz

Autor: Wellington Lunz é o proprietário desse Blog e do site www.wellingtonlunz.com.br. É bacharel e licenciado em Educação Física, Mestre em Ciência da Nutrição e Doutor em Ciências Fisiológicas. Professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) desde 2009.  




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